“Pelo dom de existir, que o coração acorde.” Mary Rocha

Na queda livre da cachoeira,
A vida dança em melodia constante,
Gotas se espalham, orquestra verdadeira,
Harmonia que nos torna exultantes.
A água canta histórias antigas,
Em ritmos suaves, de eternidade,
Música da terra, voz amiga,
Que embala nosso ser com suavidade.
Na dança das águas, vejo a existência,
Um fluxo constante de pura essência.
A natureza canta, com voz cristalina,
Celebrando a vida em cada acorde.
A gratidão cresce, em alma divina,
Pelo dom de existir, que o coração acorde.
Gratidão floresce em cada som,
Ecoando no peito, profundo e fiel,
Vida que pulsa em um tom,
Renasce no murmúrio, doce e cruel.
Cachoeira, vida, música e gratidão,
Unem-se em um só coração,
No ciclo eterno, em perfeita união,
Despertando em nós a mais pura canção.

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