
Fiz um muro de contenção. Ninguém me acessa. Ninguém me toca. Estabilidade? Sonho! Tenho bebido mais que de costume; mesmo que seja só no imaginário. Levanto vários copos de nadas fumando o meu cigarro de vento. Queria ser poeta-raíz que fuma e bebe. Todas as vezes que giro o meu copo e corpo vazio(S), pressinto turbulência(S).
Eu tô aqui na turbulência tentando não pensar onde estaríamos jantando essa noite. Eu tô aqui bebendo alcoolatramente para esquecer você que não se apaga – fumaça-gente. Eu tô aqui com saudade de você. Eu tô aqui assistindo ‘Jornal Nacional’ no teu dia, porra! O que eu fiz de errado, IN-diota-verso?
“Em tempos turbulentos, o mais importante é a estabilidade” – não é poesia, eu ouvi isso no Jornal Nacional e achei interessante para um título. (copiei isso aqui pro texto parecer mais longo e dar a entender que eu tenho algum conteúdo. tem nada aqui não, Seu Moço. vá embora daqui. nada presta não.)

Deixar mensagem para Mary Rocha Cancelar resposta