Alexandre Bernardo

  • A Morte da Musa

    A Morte da Musa

    Era alguma parte do dia. Não importava. Era um país de língua fácil, única e mesmo assim complicada até mesmo para quem ousava a pronunciar. Era um dia que tinha sido há muito datado como aquele mesmo e nenhum além dele. Havia o sol. Havia aquele sentimento de perda e aquela pergunta: Como você pode?…

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  • Nosso Encontro

    Nosso Encontro

    Encontrei a musa de minhas poesias bebendo num pub estilo inglês na L2 sul. Parcialmente embriagado como estava e curtindo meu fim de noite de sábado, fiquei ainda constrangido de me aproximar no início. Sentei do balcão alguns anos e mesas de distância. Era ela. Agora tinha mais certeza. Tinha certeza pelo modo que se…

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  • Tomei um Café – II

    Tomei um Café – II

    Acordei ainda com a cabeça girando e um gosto estranho na boca. Como eu fui parar aqui mesmo? Tento me virar de um lado para o outro na cama. Encosto num objeto quente. Abro os olhos com mais vontade para tentar entender. É um alguém. Quente e descabelado. Obviamente também não tenho ideia de como…

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  • Ane e o Canalha

    Ane e o Canalha

    Tem motivo pra me chamar de canalha. Mas um canalha bem disposto e que sabe o que quer. Ou justamente por não ter essa divisão de certo e errado bem dividida na cabeça acaba por falar demais. Isso é viver? Chamaria assim, pois adjetivos, pronomes, numerais e substantivos faltam, mas vírgulas sobram. A vida deveria…

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