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O “Edital de Chamamento Público Nº 13/2023 Literatura Viva” é um programa de fomento cultural da Prefeitura Municipal de Valparaiso de Goiás através da SMCE, focado em projetos literários. É financiado pela Lei Complementar nº 195/2022 (Lei Paulo Gustavo) e destina R$ 40.000,00 para diferentes categorias literárias, incluindo literatura fantástica e publicações diversas. Os proponentes…
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As seis da manhã abriu os olhos, que estavam grávidos de areia, o Senhor dos sonhos tinha soprado na madrugada. Depois de uma longa espreguiçadeira, sentou na cama, calçou os chinelos de borracha… suspirou fundo e levantou… deu dois passos e pensou que aquele dia seria o melhor de todos!! Já no carro a caminho…
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Em 02 de dezembro de 2023, a Feira do Livro de Brasília (FeLiB) foi palco de um momento notável para a literatura de Valparaíso, graças à participação ativa da Academia Valparaisense de Letras (AVL). A AVL se destacou com mais um evento de lançamento de “Valparaíso História Poesis”, dessa vez no espaço Viva RIDE, que…
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A cada segundo que passa no meu peito, sinto um frio que mingua cada perspectiva de uma felicidade idealizada, sublime, nem que fosse uma centelha de luz. De fato, é isso mesmo. Uma enorme questão niilista. Eu sinto. Explico de qualquer forma sufocando minhas memórias, meus pensamentos, minhas vontades e meus desejos mais sensíveis. Minha…
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Nas páginas deste livro, o leitor embarcará em uma jornada literária única e envolvente, explorando as nuances e os encantos de Valparaíso de Goiás por meio das histórias, dos personagens e das reflexões profundas que permeiam suas páginas. O livro é uma homenagem à cidade e a sua rica herança, repleta de vivências, tradições e…
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Eram flores largadas na calçada. Parecia, até certo ponto, um tipo de buquê de festa. Um daqueles que a jovem que pegou não se casou. Ao tocar, tão belas flores, inflou-se e sentiu-se por todos desejada. E por vários deles, sim, ela era. Acontece que isso os expulsou. É claro que em nossas vidas às…
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Miocárdio inflamado, agudo, cinzento. Cálculo renal dói, mas você já sofreu de amor? Bebi um vinho barato em uma mesa qualquer, porque preciso desbloquear novos vícios além de você. Posso te escrever pela última vez? Me decompor. Miocárdio inflamado arde. Peito aberto em dó. Vou comprar flores só pra não te entregar. Enquanto não chega…
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Escrevo porque sou obrigado. A poesia me pega pelo cangote e me esfola na parede chapiscada do beco escuro da minha mente. Desmorono. Me esfarelo. Tento ignorar, de que adianta?, adoeço. Me invade frequência outra. É lua nova, é ansiedade, é flashback amoroso desencaixado. Tantas desculpas esquivam a única verdade: é poesia. Adoeço-me de palavras…


